Financiamento | Universidade NOVA de Lisboa

Financiamento

O setor empresarial está a querer romper com as barreiras da crise em Portugal e a querer ressurgir mais forte, jovem e inovador.

Existem cada vez mais alternativas para o financiamento das empresas e estas não se esgotam no setor bancário, no entanto cada projeto tem a sua especificidade em termos do montante de investimento e das necessidades de financiamento, portanto é necessário pesquisar dentro de todas as hipóteses aquela que se adapta melhor, sendo que tal depende também da própria capacidade financeira do empreendedor.

Que tipos de financiamento externo existem?

Existem diversas formas de financiar um negócio, nomeadamente:

Empresas de capital de risco

PORTUGAL VENTURES

O capital de risco é uma forma de investimento empresarial, com o objetivo de financiar empresas, apoiando o seu desenvolvimento e crescimento, com fortes reflexos na gestão. É uma das principais fontes de financiamento para jovens empresas, start-up e investimentos de risco com elevado potencial de rentabilização. Uma operação de capital de risco consiste na tomada de uma participação minoritária no capital social de uma empresa, assegurando suporte financeiro ao seu desenvolvimento.

O objetivo da Sociedade de Capital de Risco é a valorização da empresa, para que a sua participação possa, a médio/longo prazo, ser alienada por um preço compensador.

Financiadores individuais

Business AngelsFNABA

O business angel é um investidor particular que investe diretamente (ou através das suas empresas) o seu próprio dinheiro predominantemente em empresas nascentes ou seed-capital, sem que exista uma relação familiar envolvida. Os business angels tomam as suas próprias decisões de investimento, são financeiramente independentes e investem numa lógica de longo prazo.

O objetivo do business angel é a valorização das startups, adquirindo uma participação no capital social, durante um determinado período, assegurando suporte financeiro à implementação e crescimento do projeto, assumindo o risco nos mesmos termos que os próprios promotores.

Apoios e Incentivos públicos ou comunitários

PORTUGAL 2020 - IEFP - IAPMEI

Apoios resultantes de parcerias entre Portugal e a Comissão Europeia e de medidas de incentivo à criação de empresas e do próprio emprego.

Empréstimo bancário

BPI - Santander Totta

O empréstimo bancário (ou crédito bancário) consiste na disponibilização de dinheiro por parte do banco (instituição bancária)para um cliente (beneficiário do crédito). O cliente tem o compromisso de devolver integramente o valor, aumentado de juros pre-fixados, dentro do prazo combinado.

Leasing

É um contrato feito entre o locador (empresa de leasing) e o locatário (cliente), no qual o segundo paga uma renda ao primeiro, pela utilização temporária de um bem móvel ou imóvel, o qual poderá ser comprado pelo cliente no final do tempo estipulado em contrato, por um valor residual e pré-determinado.

Microcrédito

FINICIA II  

O microcrédito tem como objetivo apoiar o empreendedorismo e a criação do próprio emprego, através de empréstimos a pessoas que não conseguem obter outro tipo de crédito junto das instituições, por força da sua reduzida capacidade de endividamento.

Garantia mútua

Garantia Mútua

A Garantia Mútua é um sistema privado de carácter mutualista de apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas que se traduz, essencialmente, na prestação de garantias financeiras para facilitar a obtenção de crédito em condições adequadas aos investimentos e ciclos de actividade das empresas.

Crowdfunding

BOABOA

Crowdfunding é uma forma de obtenção de capital, através da colaboração de uma comunidade anónima, na forma de doações.

CoopJovem

CASES

O COOPJOVEM é um programa de apoio ao empreendedorismo cooperativo, destinado a apoiar os jovens na criação de cooperativas, como forma de desenvolvimento de uma cultura solidária e de cooperação, facilitando a criação do próprio emprego e a definição do seu trajeto de vida. Destina-se a Jovens dos 18 aos 29 anos que pretendam constituir uma nova cooperativa que integre de 3 a 9 cooperadores; Jovens dos 18 aos 29 anos que pretendam criar uma nova secção em cooperativas agrícolas já existentes que tenham até 10 trabalhadores. Os jovens devem ser detentores de uma ideia de negócio, com potencial de crescimento, e que responda a uma necessidade dos seus membros.