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Faculdade de Ciências e Tecnologia

Solo e Poluição do Solo

Código

10368

Unidade Orgânica

Faculdade de Ciências e Tecnologia

Departamento

Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente

Créditos

6.0

Professor responsável

Alexandra de Jesus Branco Ribeiro, Isabel Maria Gonçalves Correia Sepúlveda

Horas semanais

5

Total de horas

87

Língua de ensino

Português

Objectivos

  1. Aquisição de conhecimentos sobre a formação, desenvolvimento e dinâmica do recurso solo
  2. Compreensão das funções do solo como reactor químico e biológico, através do estudo das suas propriedades de armazenamento, filtro e tampão e do seu papel como interface
  3. Avaliação da qualidade dos recursos em terra a nível do território nacional. Comparação com outros países da UE.
  4. Aquisição de um conjunto de conhecimentos na área da poluição do solo e sua remediação, adaptados ao trabalho que um engenheiro do ambiente, poderá vir a desenvolver. Inclui-se um conjunto de matérias gerais associadas à identificação e resolução de problemas associados à poluição dos solos e seu tratamento.

Pré-requisitos

Os conhecimentos de base requeridos pela Disciplina, situam-se no âmbito da Ecologia, Ciências da Terra, Geologia, Biologia, Química.

Não há precedências. No entanto, para além dos conhecimentos de Química e Bioquímica, é aconselhável a frequência de disciplinas como: Climatologia, Geologia Geral, Biologia Geral, Ecologia Geral e Hidráulica Geral, leccionadas em semestres anteriores.

Conteúdo

1 - IDEIA GERAL DA FORMAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO SOLO Conceito de solo. Evolução do conceito de solo. Factores de formação do solo e desenvolvimento do perfil do solo. Horizontes do solo. Associação entre factores de formação, horizontes e processos pedogenéticos.

2 - MATÉRIA MINERAL DO SOLO Mineralogia do solo: minerais primários; minerais argilosos e óxidos e oxihidróxidos de ferro e de alumínio. Aspectos gerais da identificação dos minerais secundários do solo.

3 - MATÉRIA ORGÂNICA Origem e composição da matéria orgânica do solo. Microorganismos do solo. Aspectos gerais das transformações dos resíduos orgânicos no solo. Razão carbono/azoto (C/N) e seu significado prático. Principais tipos de matéria orgânica nos solos. Propriedades gerais das substâncias húmicas, sua importância no solo e interacção com os constituintes minerais.

4 - ALGUMAS PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO Noção de textura e seu significado; propriedades físicas e químicas das diversas fracções granulométricas; processos de determinação da textura do solo. Cor do solo; desenvolvimento da cor do solo e seu significado prático; determinação da cor do solo. Estrutura do solo; caracterização e classificação; desenvolvimento da estrutura do solo e sua relevância para as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo; importância da matéria orgânica. Densidade real e densidade aparente. Porosidade do solo.

5 - ADSORÇÃO E TROCA DE IÕES Aspectos gerais e características das reacções de troca iónica. Capacidade de troca catiónica (CTC), soma de bases de troca (S) e grau de saturação (V). Importância do teor e natureza dos coloides na CTC de um solo. Modelos de quantificação da CTC. Energia de retenção do solo para os diversos catiões de troca. Valores de CTC, S e V nos principais solos de Portugal. Importância da CTC. Aspectos gerais da capacidade de troca aniónica.

6 - DISPERSÃO E FLOCULAÇÃO DOS COLOIDES DO SOLO Noções gerais da dispersão e floculação dos minerais de argila, dos coloides húmicos e dos hidróxidos de ferro e de alumínio. Importância dos mecanismos de dispersão e floculação. Influência nos fenómenos de eluviação e de iluviação e no desenvolvimento da estrutura do solo.

7 - ACIDEZ E ALCALINIDADE DOS SOLOS Noção geral de reacção do solo. Acidez actual e acidez potencial. Métodos de determinação do pH dos solos. Principais causas da acidez do solo. Reacção do solo, nutrição vegetal e comportamento de classes de contaminantes. Capacidade tamponizante dos solos. Distribuição da acidez e alcalinidade nas unidades-solo de Portugal Continental. Determinações de pH em amostras de solo.

8 - ÁGUA DO SOLO Tipos de água do solo. Principais constantes de humidade, seu significado prático e determinação laboratorial (% a 1/3 atmosfera e % a 15 atmosferas). Retenção e deslocação da água no solo. Noção de pF e curvas de tensão de humidade. Movimento da água em solo saturado; Lei de Darcy. Movimento da água em solo não saturado; conceito de permeabilidade. Capacidade de campo, coefici-ente de emurchecimento e capacidade utilizável. Significado prático quanto à rega. Controlo da rega.

9 - CLASSIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS SOLOS DE PORTUGAL CONTINENTAL Classificação dos solos de Portugal (ex-C.N.R.O.A.). Considerações gerais. Conceito central das Ordens e das Subordens. Classificação de solos segundo a “World Reference Base for Soil Resources”. Distribuição geográfica dos solos de Portugal Continental.

10  -  FUNÇÕES E USOS DO SOLO Funções e usos do solo. Importância a nível ecológico e sócio-económico. Competição entre funções e usos do solo. Relevância da degradação do solo na qualidade de vida. Situação do território nacional.

11 - DEGRADAÇÃO E CONTAMINAÇÃO DO SOLO Conceito de poluição do solo. Poluição difusa e poluição pontual. Poluentes clássicos/prioritários, emergentes. Estratégia Europeia de Protecção do Solo. Principais causas e processos de degradação da qualidade do solo: erosão (e desertificação), perda de matéria orgânica, salinização, compactação, impermeabilização, desabamento de terras, contaminação, perda de biodiversidade. Enquadramento nacional e comparação com outros países da UE. Metodologias de abordagem ecológica e socio-económica para avaliação de estratégias integradas de protecção do solo. Estrutura conceptual do modelo DPSIR. Abordagem MF-MI. Introdução à Metodologia integrada de avaliação de locais contaminadas (explanada no último capítulo).

12 -  EROSÃO ACELERADA E DESERTIFICAÇÃO. CONSERVAÇÃO DO SOLO Erosão natural e erosão acelerada. Conceito de vida útil do solo. Utilização da Equação Universal de Perda de Solo (USLE) e (RUSLE) na quantificação do processo de erosão. Susceptibilidade à erosão nos países da bacia Mediterrânea. Programa CORINE land cover; erosão potencial e erosão actual; situação do território nacional face aos outros países mediterrâneos. Indicadores do processo de erosão. Conceito de desertificação; impacte do Homem na aceleração deste processo. Consequências actuais e potenciais a nível global e a nível nacional. Práticas de conservação do solo.

13 - UTILIZAÇÃO DO SOLO COMO DESTINO FINAL DE RESÍDUOS 13.1. Aplicação de lamas ao solo. Origem das lamas e sua caracterização. Perspectivas da sua valorização agrícola. Situação Portuguesa e nos restantes países Europeus. Avaliação dos riscos associados à aplicação de lamas ao solo. Legislação. 13.2.   Aplicação de efluentes ao solo. Origens das águas residuais e sua caracterização. Utilização do solo no tratamento de águas residuais. Reutilização das águas residuais, nomeadamente na agricultura. Principais riscos associados a esta reutilização: salinização secundária; razão de adsorção do sódio (RAS) e utilização deste parâmetro no controlo da qualidade das águas de rega. Legislação. 13.3.   Aplicação de composto ao solo. Origem e caracterização. Potencial valorização. Riscos associados à aplicação de composto ao solo. Limitações à sua utilização. Legislação. 13.4.  Outros casos.

14 - ACTIVIDADE AGRÍCOLA E CONTAMINAÇÃO DO SOLO  14.1. Aplicação de azoto ao solo. Riscos ambientais e de saúde pública. Código das Boas Práticas Agrícolas. Zonas vulneráveis. Legislação. 14.2.   Aplicação de fósforo. Riscos de eutrofização das linhas de água e potencial contaminação do solo com metais pesados. 14.3.   Aplicação de pesticidas do solo. Toxicidade e efeitos toxicológicos.

15 - POLUIÇÃO DO SOLO COM METAIS PESADOS Fontes de contaminação do solo com metais pesados. Riscos ambientais e de saúde pública. Teores no solo, solução do solo e plantas. Biogeodinâmica dos metais pesados no sistema solo/água: principais processos envolvidos na imobilização/mobilização de metais pesados no solo e parâmetros de controlo. Avaliação de riscos: i) extracção química de metais pesados em solos: extracção simples e extracções sequenciais; seu significado; ii) isotermas de adsorção: modelo de Langmuir e modelo de Freundlich. Determinação de metais pesados em solos.

16 - POLUIÇÃO DO SOLO COM MICROPOLUENTES ORGÂNICOS Compostos orgânicos mais frequentemente encontrados nos solos: hidrocarbonetos monoaromáticos, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (PAHs), hidrocarbonetos alifáticos, compostos aromáticos heterocíclicos, fenóis, bifinilos policlorados (PCBs), alguns pesticidas. Classes de poluentes emergentes. Estrutura, utilização e constantes físico-químicas. Efeitos na saúde humana. Comportamento biogeoquímico dos poluentes orgânicos no solo. Importância dos processos de volatilização, difusão e convecção na atenuação dos diferentes tipos de compostos orgânicos. Modelos de cálculo destes parâmetros. Determinação de alguns pesticidas, PAHs e PCBs em solos.     

17 - AVALIAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADOS. TÉCNICAS DE REMEDIAÇÃO Estado da arte relativo à contaminação de solos e estratégias de remediação, a nível de países da UE, como a Holanda, Reino Unido, Dinamarca ou Espanha, e de países como o Canadá e os EUA. Situação em Portugal.

Metodologia integrada de avaliação de local contaminado:  

i)      avaliação do próprio local contaminado. Plano de avaliação e fases de investigação com descrição do modelo conceptual de contaminação (IGNOREes de contaminação – vias de transferência – alvos);

ii)    avaliação de risco;

iii)   plano de remediação.

   Software disponível para as diferentes fases. Casos de estudo de caracterização de áreas contaminadas. Técnicas de amostragem, preservação de amostras de solo e águas.

   Padrões de qualidade do solo. Valores de intervenção e valores de referência. Normativos Holandês, Dinamarquês e Canadiano.

Técnicas de remediação. Processos in-situ e ex-situ (on-site e off-site): térmicos, físicos, químicos, físico-químicos, electro-químicos, biológicos e outros. Comparação da eficiência e aplicabilidade dos vários processos. Critérios de decisão. Análise custo-eficácia. Utilização de sistema de apoio à decisão. Casos de estudo e sua aplicação.

Bibliografia

Bibliografia principal
  1. Brady, N. C. & Weil, R. R. (2008). The Nature and Properties of Soil. 14th edition. Pearson-Prentice Hall, Upper Saddle River, New Jersey, 990 pp., ISBN 13-978-0-13-227938-3
  2. Certini, G. & Scalenghe, R. (Eds.) (2006). Soils. Basic Concepts and Future Challenges. Cambridge University Press, Cambridge, UK, ISBN 9780521851732, 310 pp.
  3. Ellis, S. & Mellor, A. (1995). Soils and Environment. Routledge, London, 368 pp., ISBN 0-415-06887-8
  4. IUSS Working Group WRB, 2006. World Reference Base for Soil Resources 2006, 2nd edition. World Soil Resources Report 103, Food and Agricultural Organisation, Rome. E.U. 145 pp. ISSN 0532-0488, ISBN: 925105511

Bibliografia complementar

  1. Costa, J. B. (2004). Caracterização e Constituição do Solo. 7ª edição. Fundação Calouste Gulbenkian, 527 pp., ISBN 972-31-0073-8
  2. Evangelou, V. P. (1998). Environmental Soil and Water Chemistry : Principles and Applications. New York : Wiley,
  3. FAO (2001). Lecture Notes on the Major Soils of the World. World Soil Resources Reports 94, FAO, Rome (ver CD-ROM publicado em conjunto com a referencia, em http://www.isric.nl/Isric/Webdocs/Docs/Major_Soils_of_the_World/start.pdf (acedido em 2013/02/21).
  4. Foth, H. D. (1990). Fundamentals of Soil Science. 8th edition, John Wiley & Sons, Chichester, 360 pp.
  5. Ghabbour, E. A. & Davies, G. (Eds.) (2003). Humic Substances: Nature''''''''''''''''''''''''''''''''s Most Versatile Materials. Taylor & Francis, New York, ISBN 1-59169-015-3, 372 pp.
  6. Hausenbuiller, R.  L. (1987). Soil Science: Principles and Practices. 3rd edition, William C. Brown Publishers, Dubuque, Iowa, 610 pp.
  7. Leeper, G. W. & Uren, N. C. (1993). Soil Science: An Introduction. 5th edition, Melbourne University Press, Carlton.
  8. McBride, M. B. (1994). Environmental Chemistry of Soils. New York: Oxford University Press, pp. 308–341.
  9. Mitchell, J. K. & Soga, K. (2005). Fundamentals of soil behaviour. 3rd edition, John Wiley & Sons, Hoboken, NJ. ISBN 9780471463027.
  10. NRCS (2007). Soil Formation and Classification. Natural Resource Conservation Service-United States Department of Agriculture, http://soils.usda.gov/education/facts/formation.html (acedido em 2013/02/21).
  11. Smith, K. A. & Mullins, C. E. (2000). Soil and Environmental Analysis: Modern Instrumental Techniques, 3rd edition, Marcel Dekker, ISBN 9780824709914, 700 pp.
  12. Soil Survey Staff, Natural Resources Conservation Service, United States Department of Agriculture. Official Soil Series Descriptions. http://soils.usda.gov/technical/classification/osd/index.html, acedido em 2011/11/04.
  13. Soil Survey Staff (2006). Keys to Soil Taxonomy. 10th edition. USDA, NRCS. United States Government Printing Office, Washington, DC, USA,  341 pp.,  ISBN: 1410224740.
  14. Sparks, D. L., (1995). Environmental Soil Chemistry, Academic Press, USA (p 23-98).
  15. Weil, R. R. (2001). Nature and Properties of Soils. Prentice-Hall, Inc., New Jersey.
  16. Weil, R. R. (2009). Lab Manual for Introductory Soil Science. 8thedition, Kendall Hunt Publishing, Dubuque, Iowa, ISBN 0757561624.

Módulo  de aplicação

  1. Adriano, D. C. (2001). Trace Elements in Terrestrial Environments: Biogeochemistry, Bioavailability, and Risk of Metals. 2nd edition, Springer-Verlag, New York.
  2. Alloway, B. J. (Ed.) (1995). Heavy Metals in Soils. 2nd edition, Blackie Academic & Professional, Glasgow, 368 pp., ISBN 0-415-06887-8.
  3. Basta, N. T. (2000). Examples and case studies of beneficial reuse of municipal by-products. In: Power, J.F., Dick, W.A. (eds.) Land Application of Agricultural, Industrial, and Municipal By-products. SSSA, Madison, WI, pp. 481-504.
  4. Blum, W. E. (2005). Functions of soil society and the environment. Reviews in Environmental Science and Biotechnology,4: 75-79.
  5. Dias, J. C. S. (2004). Guia das boas práticas. Aplicação de lamas na agricultura. RECICLAMAS, Lisboa.
  6. EEA, 2004. Europe’s environment: The 3rd assessment. Off. Public. European Comm., Luxembourg, Environm. Assessment Rep., nº 10.
  7. COM(2006)231 final. Estratégia Temática de Protecção do Solo. Comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões. Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas, 12 pp.
  8. COM(2006)232. Proposta de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece um quadro para a protecção do solo e altera a Directiva 2004/35/CE. Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas, 30 pp.
  9. COM(2010) 781 final. Proposta de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa ao controlo dos perigos associados a acidentes graves que envolvem substâncias perigosas. Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas.
  10. EEA (2004). Europe’s Environment: The 3rd Assessment. Off. Public. European Comm., Luxembourg, Environm. Assessment Rep., No.  10.
  11. EEA and JRC (2010). The European Environment State and Outlook 2010. Soil. Luxembourg: Publications Office of the European Union, 2010, ISBN 978-92-9213-157-9, doi: 10.2800/58866.
  12. EU legislação relacionada com solos: http://europa.eu/legislation_summaries/environment/soil_protection/index_en.htm (acedido em 2013-02-21):    
    UK - Soil Guideline Values, http://www.environment-agency.gov.uk/research/planning/64015.aspx          
    Germany - Federal Soil Protection Act and Ordinance http://www.bmu.de/english/soil_conservation_contamined_sites/downloads/doc/3286.php                              Real Decreto 9/2005 de 14 de enero, por el que se establece la relación de actividades potencialmente contaminantes del suelo y los criterios y estándares para la declaración de suelos contaminados.
  13. EUR 22185 EN (2006). Common Criteria for Risk Area Identification according to Soil Threats. Wolf Eckelmann, Rainer Baritz, Pavel Bielek, Stanislav Bialousz, Florence Carre, Beata Houšková, Robert J A. Jones, Mark. Kibblewhite, Josef Kozak, Christine Le Bas, Gergely Tóth, Tibor Tóth, György Várallyay, Markku Yli Halla, & Marco Zupan. EUR 22185 EN, No. 20, 94 pp.
  14. EU European Soil Portal - data on European soils, http://eusoils.jrc.ec.europa.eu/esbn/esbn_future.html (acedido em 2013-02-21).
  15. Golden, M.; Micheli, E.; Ditzler, C.; Eswaran, H.; Owens, P.; Zhang, G.; McBratney, A.; Hempel, J.; Montanarella, L.; Schad, P. (2010). Time for a universal soil classification system. 19th World Congress of Soil Science, Soil Solutions for a Changing World, 1 – 6 August 2010, Brisbane, Australia, DVD, pp. 48–51.
  16. Grontmij, W. (2007). Know the quality of your soil or aquatic sediment: clarifying the risks. SenterNovem, Bodem+, RWS Directorate General for Public Works and Water Management-DWW, 3BODM0704.
  17. Head, I. M.; Singleton, I. & Milner, M. G. (Eds) (2003). Bioremediation: A Critical Review. Horizon Scientific Press, Wymondham, UK.
  18. Kabata-Pendias, A. (2010). Trace Elements in Soils and Plants, 4th eition, Institute of Soil Science and Plant Cultivation, Pulawy, Poland. CRC Press, ISBN 9781420093681.
  19. Montanarella, L. 2010. Need for interpreted soil information for policy making. 19th World Congress of Soil Science, Soil Solutions for a Changing World. 1 – 6 August 2010, Brisbane, Australia, DVD, pp. 12-15.
  20. Morgan, R. P. C. (2005). Soil Erosion and Conservation. 3rd edition. Blackwell Publishing, Oxford, 304 pp., ISBN 1405117818.
  21. Naidu, R.; Gupta, V. V. S. R.; Rogers, S.; Kookana, R. S.; Bolan, N. S. & Adriano, D. (Eds) (2003). Bioavailability, Toxicity and Risk Relationships in Ecosystems. Science Publishers INC., New Hampshire.
  22. OMEE (1996). Guidance on sampling and analytical methods for use at contaminated sites in Ontario. Ontario Ministry of Environment and Energy Standards Development Branch.
  23. OMEE (1996). Guidance on site specific risk assessment for use at contaminated sites in Ontario. Ontario Ministry of Environment & Energy, Standards Development Branch.
  24. OMEE (1999). Guideline for use at contaminated sites in Ontario. Instructions for completing the record of site condition.
  25. Ontario Ministry of the Environment (2009). Rationale for the development of soil and ground water standards for use at contaminated sites in Ontario, December 22, 2009, Standards Development Branch, Ontario Ministry of the Environment.
  26. Petruzzelli, D. & Helfferich, F.G. (Eds) (1993). Migration and Fate of Pollutants in Soils and Subsoils, NATO ASI Series, Springer-Verlag.
  27. Ribeiro, A. B. & Rodríguez‐Maroto, J. M. (2006). Electroremediation of heavy metal‐contaminated soils. Processes and applications. Cap. 18 In: M.N.V. Prasad, K.S. Sajwan, Ravi Naidu (Eds.), Trace Elements in the Environment: Biogeochemistry, Biotechnology and Bioremediation, Taylor & Francis, CRC Press, Florida, USA, ISBN 1566706858, pp. 341‐368.
  28. Santos, J. Q. (2001). Fertilização e Ambiente. Reciclagem Agro-florestal de Resíduos e Efluentes. Europa-América, Mem Martins, Portugal, 261 pp.
  29. Stegmann, R.; Brunner, G.; Calmano, W. & Matz, G. (Eds.) (2001). Treatment of Contaminated Soil. Fundamentals, Analysis, Applications. Springer-Verlag.
  30. Swartjes, F. A. (Ed.) 2011. Dealing with Contaminated Sites. DOI 10.1007/978-90-481-9757-6_1, Springer Science+Business Media B.V.
  31. Varennes, A. (2003). Produtividade dos Solos e Ambiente. Escolar Editora. Lisboa.
  32. VROM, 2000. Target values and intervention values for soil remediation. The Netherlands.
  33. Wise, D. L.; Tarantolo, D. J.; Inyang, H. I. & Cichon, E. J. (Eds) (2000). Remedial of Hazardous Waste Contaminated Soils. Marcel Dekker Inc., New York.
  34. Yong, R. N. & Mulligan, C.N. (2004). Natural Attenuation of Contaminants in Soils. Raymond N. Yong, Catherine N. Mulligan (ed.), Lewis Publishers, 319 pp

Método de ensino

A leccionação das aulas teórico-práticas é realizada em salas de aula, equipadas com data-show.

A leccionação das aulas práticas: 1) Uma parte é realizada em salas de aula, equipadas com data-show, e 2) Outra parte é realizada no laboratório de ensino (Lab. 231).

O material pedagógico para acompanhamento da matéria é disponibilizado na página da UC no Moodle e no site da UC: disciplinas.dcea.fct.unl.pt/solos/:

A página da UC criada no Moodle também permite o acompanhamento dos alunos ao longo do semestre, nomeadamente no que respeita à realização do trabalho de grupo.

Método de avaliação

1 – AVALIAÇÃO

1.1 – Obtenção de frequência:  a) Nº de faltas inferior ou igual a 1/3 do nº total de aulas teórico-práticas (<= 8 faltas) e práticas semestrais (<= 4 faltas). b) Realização e apresentação de trabalho em grupo. Os grupos são de 3 alunos. O peso do trabalho na avaliação final é de 30%. A nota mínima é de 9,5 valores. O cumprimento dos pontos a) (nº de presenças) e b) (apresentação e exposição do trabalho) é obrigatório para a obtenção de frequência.

1.2 – Avaliação da matéria TP tem um peso de 70 % na classificação final. 1.2.1 - Avaliação contínua - Realização de 2 testes ao longo do semestre, cuja média tem de ser superior ou igual a 9,5 valores. A reprovação nos testes obriga à realização de exame final. A nota final é obtida por média ponderada. 1.2.2 – Avaliação por exame final aplica-se a alunos que tenham obtido frequência à UC e que tenham reprovado na avaliação contínua. Aplica-se também às melhorias. 1.3 – Trabalho de grupo: O trabalho, com um máximo de 5 páginas, deve obedecer às normas de formatação disponibilizadas na página da UC, no Moodle. 1 - O prazo limite de entrega do trabalho é o dia 16 de Maio p.f., até às 17 horas, devendo este ser entregue como documento escrito e, simultaneamente, descarregado na página da UC no Moodle (no local já criado para este efeito). 2 - Cada grupo fará uma exposição oral do seu trabalho, durantes as aulas dos dias 23 e 24 de Maio p.f. (dia dado a conhecer atempadamente), através de uma apresentação que não pode exceder os 15 minutos. Nota: o acompanhamento da UC é feito através de uma página já criada na plataforma Moodle desta Faculdade. Assim, todos os alunos deverão estar inscritos na referida página, de forma a poder acompanhar devidamente a UC.

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