
Cálculo Financeiro
Código
10985
Unidade Orgânica
Faculdade de Ciências e Tecnologia
Departamento
Departamento de Matemática
Créditos
3.0
Professor responsável
Gracinda Rita Diogo Guerreiro, Manuel Leote Tavares Inglês Esquível
Horas semanais
3
Total de horas
24
Língua de ensino
Português
Objectivos
Objectivos
Entender os princípios do cálculo financeiro e aplicá-los num vasto leque de operações financeiras de investimento ou financiamento (o investimento de poupanças em depósitos a prazo, os empréstimos à habitação ou ao consumo etc.). Aplicar métodos específicos relativos a rendas financeiras, amortizações de empréstimos, avaliação financeira de investimentos e medidas de risco da taxa de juro.
Pré-requisitos
Requisitos
Os alunos deverão ter conhecimentos ao nível da análise matemática (sucessões em progressão aritmética e geométrica, somatórios, séries, derivação e integração) e análise numérica (resolução numérica de equações não lineares).
Conteúdo
Programa
1 – Conceitos Básicos
2 – Regimes de Capitalização
3 – Equivalência de Capitais
4 – Rendas
5 – Reembolso de Empréstimos
6 – Empréstimos por Obrigações
7 – O Cálculo Financeiro e as Aplicações de Capital
8 – Medidas de Risco de Taxa de Juro
Bibliografia
MATEUS, J. (2000) Cálculo financeiro; Edições Sílabo,
MATIAS, R. (2007) Cálculo financeiro : teoria e prática; Escolar Editora.
Jorion, Philippe (2006) Value at Risk, 3rd Ed.: The New Benchmark for Managing Financial Risk; McGraw-Hill
Método de ensino
O método de ensino utilizado nesta unidade curricular pode ser resumido como se segue:
-Numa primeira vertente, os temas são introduzidos através de uma exposição oral, cujo principal objectivo é motivar no aluno o interesse pelo estudo desse assunto, ao mesmo tempo que se chama a atenção do ouvinte para pontos dignos de especial menção, quer pelo que significam historicamente, quer pelo impacto que têm no desenvolvimento das matérias, quer ainda pelo grau de dificuldade na apreensão ou pela especificidade do trabalho que requerem. Nesta primeira vertente são definidos precisamente os conteúdos que os alunos têm que estudar, quer nos livros quer nas notas de aulas ou "slides", quer ainda nas listas de exercícios e de questões teóricas para as avaliações. A exposição oral é feita tradicionalmente no quadro ou usando "slides" ou ambos.
-Numa segunda vertente são propostos e corrigidos exercícios e são tiradas dúvidas que tenham resultado do estudo dos alunos.
-Numa terceira vertente é realizada uma avaliação contínua com um miniteste de 45 minutos, a realizar durante o semestre, com um conjunto de questões, sendo uma delas retirada do conjunto de exercícios para a aulas práticas.
-A quarta vertente são as aulas práticas computacionais, que têm como objectivo a preparação prática dos alunos relativamente ao Cálculo Financeiro. Os softwares a utilizar serão o Microsoft Excel e R Project.
No âmbito destas quatro vertentes, aos alunos será pedido que desenvolvam diferentes tipos de tarefas sujeitas a avaliação e destinadas a propiciar que os objectivos de aprendizagem sejam atingidos no decurso do semestre. Essas tarefas são as seguintes.
* Leitura e estudo das notas teóricas e das referências bibliográficas propostos para as avaliações
* Resolução dos exercícios propostos para as aulas práticas para auto-estudo e para as avaliações
* Realização de trabalhos práticos de implementação computacional de modelos .
* Leituras e estudo complementares.
Método de avaliação
REGRAS DE AVALIAÇÃO
Obtenção de Frequência
A frequência à unidade curricular é atribuída aos alunos que tenham realizado o trabalho prático incluído nos elementos de avaliação.
Avaliação
A obtenção de frequência é obrigatória para efeitos de realização das provas de avaliação.
A avaliação de conhecimentos da unidade curricular de Cálculo Financeiro é constituída por 3 elementos de avaliação:
- 1 Mini-Teste, com a duração de 45 minutos, a realizar em aula, durante o semestre.
- 1 Trabalho Prático, realizado em grupo, durante o semestre.
- 1 Teste, com a duração de 90 minutos, a realizar no final do semestre.
A não comparência numa avaliação traduz-se numa classificação de 0 valores nessa avaliação.
O Trabalho Prático pode ficar sujeito a discussão oral.
Aprovação em Época Normal
Considerando MT, TP, T e NN as notas obtidas no Mini-Teste, Trabalho Prático, Teste e Nota de Época Normal, respectivamente, considera-se que um aluno obtém aprovação na unidade curricular se verificar simultaneamente as seguintes condições:
- Classificação no Teste: T >= 7,5 valores.
- Nota Época Normal: NN = 0,2 MT + 0,3 TP + 0,5 T >= 9,5 valores.
Aprovação em Época de Recurso
Poderá apresentar-se a Exame de Recurso todo o aluno que tenha obtido frequência à unidade curricular.
A Nota do Exame de Recurso, ER, integrará a Nota de Recurso do aluno, que será determinada por NR = 0,7 ER + 0,3 TP.
Melhorias e Defesas de Nota
O aluno que pretenda apresentar-se a exame de melhoria de nota deve inscrever-se, para esse efeito, na Repartição Académica. A Melhoria de Nota pode ser efectuada em Época de Recurso. Para haver melhoria de nota, exige-se que:
A classificação obtida nesse exame, EM, seja não inferior a 9,5;
A Nota de Melhoria, obtida a partir de NEM = 0,7 EM + 0,3 TP seja superior à nota NN, obtida em Época Normal.
Se o aluno obtiver uma classificação final superior a 17 valores, poderá optar entre ficar com a classificação de 17 valores ou realizar uma prova complementar para defesa de nota.