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Faculdade de Ciências e Tecnologia

Engenharia de Requisitos e Desenho de Software

Código

8286

Unidade Orgânica

Faculdade de Ciências e Tecnologia

Departamento

Departamento de Informática

Créditos

6.0

Professor responsável

Ana Maria Dinis Moreira, João Baptista da Silva Araújo Júnior

Horas semanais

4

Total de horas

56

Língua de ensino

Português

Objectivos

Objectivos
Saber
  • Técnicas de elicitação e análise de requisitos
  • Técnicas de validação de requisitos
  • Técnicas de gestão de requisitos
  • Tirar partido de uma linguagem de especificação como o UML
  • Conhecer técnicas formais para especificação de restrições
Fazer
  • Aplicar diversas técnicas de requisitos a casos de estudo
  • Utilizar ferramentas de suporte a engenharia de requisitos
  • Especificar usando UML completo, especificando restrições formalmente sempre que necessário
  • Desenhar um modelo de arquitectura de software
  • Especificar transformações simples num contexto MDD
Soft-Skills
  • Saber analisar e selecionar alternativas de modelação de requisitos
  • Saber estudar e sintetizar um tópico de investigação
  • Saber relatar experiências e apresentar a análise dos respectivos resultados
  • Ser capaz de realizar pesquisa sobre um tópico complem

Conteúdo

PROGRAMA 

Introdução à engenharia de Requisitos

     Tipos de requisitos
     Documento de requisitos
     Modelos de processo de engenharia de requisitos
Elicitação e análise de Requisitos
     Técnicas de elicitação
     Análise de requisitos e negociação
     Modelação ágil
Especificação formal
     Linguagens formais orientadas a objectos
Requisitos não-funcionais
     Gestão de conflitos em requisitos não-funcionais
     Requisitos para sistemas críticos
Validação de requisitos
     Revisões de requisitos
     Prototipação
     Validação de modelos
Gestão de requisitos
     Requisitos voláteis e estáveis
     Gestão de mudança de requisitos
     Rastreabilidade de requisitos (traceability)
Reutilização de requisitos
     Análise de domínio
     Requisitos para linhas de produto
     Padrões de análise
     Especificação de padrões para requisitos baseados em cenários
     Problem Frames
Desenvolvimento Orientado a Modelos (Model-Driven Development - MDD)
     Metamodelos
     MDA
     Modelo Independente de Plataforma (PIM) e Modelo Específico de Plataforma (PSM)
     Tipos de transformação de modelos
     Processos de desenvolvimento com MDD

Bibliografia

Bibliografia 

A. Lamsweerde, Requirements Engineering, Wiley, 2009

G. Kotonya e I. Sommerville, “Requirements Engineering: Processes and Techniques”, John Wiley and Sons, 1998

I. Alexander e R. Stevens,  “Writing Better Requirements”, Addison Wesley, 2002
E. Hull, K. Jackson, J. Dick “Requirements Engineering”, Springer-Verlag, 2004
I. Sommerville e P. Sawyer, “Requirements Engineering: A Good Practice Guide”, John wiley and Sons, 1997
The Object Constraint Language, 2nd Edition, Jos Warmer and Anneke Kleppe, Addison-Wesley, 2003, 112 pages 
Software Engineering - Theory and Practice, Third Edition, Shari Lawrence Pfleeger and Joanne Atlee, ISBN: 0131469134, Prentice Hall, 2005

MDA Distilled: principles of Model-Driven Architecture, S. J. Mellor, K. Scott, Addison-Wesley, 2004

MDA Explained: The Model Driven Architecture(TM): Practice and Promise (The Addison-Wesley Object Technology Series), by Anneke Kleppe, Jos Warmer, Wim Bast, 2003
www.omg.org/mda
Actas das conferências de Engenharia de Requisitos (organizadas pela IEEE)

Método de ensino

Métodos de Ensino 

No início das aulas os alunos receberão o planeamento para os tópicos de investigação e o trabalho prático, incluindo os pontos que devem ser endereçados.  Cada  ponto está relacionado com tópicos específicos apresentados nas teóricas. Um prazo é dado para a entrga dos trabalhos.

 As aulas são dadas em sala de aula equipada com um projector. As aulas são dadas em Powerpoint. As aulas práticas são realizadas em slas equipadas comcomputadores  e projectos

 

Método de avaliação

Métodos de Avaliação 

A avaliação é contínua e consiste de:

Partes 1 e 2: Um trabalho prático obrigatório entregue em duas fases, valendo 30% (da nota final) na 1ª fase e 40% (da nota final) na 2ª fase. Para obter frequência, a média das duas fases deve ser superior ou igual a 9,5. 

Parte 3: Um teste valendo 30% da nota final com nota mínima de 8,0.

A nota final é uma média ponderada das notas do teste (30%), da 1ª fase do trabalho prático (30%) e da 2ª fase do trabalho prático (40%).

Acesso ao exame de época de recurso são para alunos que tem frequência, mas que não obtiveram um desempenho satisfatório na avaliação contínua, com média entre 9,5 e 20, ou que desejam fazer melhoria.

Para alunos com frequência e média < 9,5, o exame de recurso vale 30%. Os outros 70% correspondem a média obtida nas duas fases do trabalho prático. Alunos que não entreguem qualquer trabalho das partes 1e 2 são classificados como "Ausentes".

Para melhorias de nota realizadas na época de recurso do semestre em que foi obtida aprovação na cadeira, as regras de cálculo da nota são as da época de recurso,ou seja , a nota final é a nota do exame. Melhorias de notas obtidas em semestres anteriores são feitas exclusivamente por exame, em época de recurso ou época especial, sendo a nota final a nota obtida no exame.

Na época especial, a nota final é a nota do exame.

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