Internacionalização na NOVA | Universidade NOVA de Lisboa

Internacionalização na NOVA

A Universidade Nova de Lisboa (NOVA) foi criada há 43 anos, pouco antes da Revolução de Abril. Contudo, a NOVA só começou verdadeiramente a desenvolver-se após essa Revolução e, em larga medida, graças ao regresso a Portugal de muitos professores portugueses que desenvolviam já intensa actividade académica nos mais diversos países, Inglaterra, França, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Itália, e muitos outros. Conjuntamente, estes professores cobriam todas a áreas científicas que ainda hoje são as da NOVA (da Medicina à Economia, da Engenharia às Ciências Socais e Humanidades) e, não raro, atraíram colegas estrangeiros dessas mesmas áreas, com quais tinha já relações de trabalho antes de regressarem a Portugal. Pode, pois, dizer-se que a adopção de um perfil internacional muito forte faz parte do ADN da NOVA.

Esse perfil internacional foi-se desenvolvendo naturalmente ao longo dos anos e, de forma mais acelerada, nos últimos cerca de 12 anos, com o aparecimento de diversos programas de mobilidade internacionais, aos quais a NOVA se tem vindo a candidatar, só ou em parcerias nacionais e internacionais, sempre com enorme sucesso.

De igual modo, o extraordinário aumento da investigação na NOVA e o facto de muita dela ser desenvolvida num quadro colaborativo internacional, por exemplo, no âmbito dos Programas Quadro europeus, do Horizon 2020, e outros, faz com que a investigação na NOVA tenha também um elevado perfil internacional.

Em síntese, a NOVA tem 111 professores e investigadores estrangeiros de 28 nacionalidades diferentes, 2119 estudantes estrangeiros inscritos em programas de estudos com vista a obterem o seu grau pela NOVA e 903 estudantes estrangeiros inscritos em programas de mobilidade, que estarão connosco um ou mais semestres, e 11 funcionários não docentes estrangeiros.

De igual modo, muitos dos nossos programas de estudos contemplam uma componente internacional que permite a quem os frequenta ter uma experiência de ‘internacionalização em casa’, por exemplo, conhecendo saberes, culturas ou práticas de outras regiões e países.

Nos anos vindouros a NOVA continuará a desenvolver este perfil internacional, em todas as suas vertentes, que considera parte integrante da sua missão e do seu compromisso com um ensino e investigação de excelência.