
NOVA nos Rankings Internacionais
Qualidade versus Quantidade
Os rankings que classificam Universidades usam indicadores que medem a quantidade e outros que tem por objetivo aferir a qualidade. Entre os diversos rankings existentes, alguns incidem mais nos aspectos quantitativos (número total de alunos, professores ou publicações) e outros mais na vertente da qualidade, usando para o efeito indicadores normalizados ou rácios.
Em 2011 a NOVA posicionou-se entre as 400 melhores universidades do mundo no ranking do Times Higher Education Supplement (THES).
Os indicadores do THES são rácios que permitem ter em consideração as dimensões muito diferentes das universidades envolvidas e abarcam várias vertentes da atividade universitária: ensino (com um peso de 30% na classificação final), volume de investigação (30%), impacto da investigação medido pelo número de citações recebidas (30%), financiamento privado para a investigação (2,5%) e internacionalização (7,5%).
Merece destaque o resultado obtido pela NOVA no financiamento privado da investigação, o mais elevado das quatro universidades portuguesas que entraram para o Top400. Também na internacionalização a NOVA obteve uma classificação elevada, para a qual a percentagem de publicações em coautoria internacional foi determinante.
O bom desempenho da NOVA no que respeita ao perfil internacional traduz-se também na classificação elevada obtida no parâmetro que afere a internacionalização dos estudantes no QS World University Ranking 2011. O rácio professores/estudantes foi outro parâmetro onde a NOVA se destacou.No que respeita aos rankings focados na investigação e que medem o impacto das publicações científicas (número de vezes que os artigos são citados por outros investigadores), o ranking IberoAmericano produzido pelo Scimago revela um impacto da NOVA claramente superior à média das universidades analisadas, de Portugal, Espanha e América Latina.Os estudos realizados pelo Center for Science & Technology Studies da Universidade de Leiden mostram que a nível internacional e em termos globais, o impacto da NOVA é equivalente ao da média mundial. Em algumas áreas o reconhecimento internacional da qualidade da investigação reflete-se num impacto muito superior à média e num elevado número de artigos muito citados. É o caso da Engenharia Química, das Ciências das Plantas, Microbiologia, Parasitologia, Doenças Infecciosas, Ciência e Tecnologia Alimentar, Matemática Aplicada.
A Nova School of Business and Economics subiu 34 posições no ranking elaborado pelo Financial Times em 2011, estando agora no grupo das 40 melhores escolas de Gestão Europeias.




