O edifício da alegria: O pensamento de Eduardo Prado Coelho
de 15/11 a 16/11 | Fundação Calouste Gulbenkian
Considerado por Eduardo Lourenço, seu amigo e interlocutor privilegiado, como “o melhor de todos nós” pela capacidade de integrar os diversos saberes, pela atenção à evolução do pensamento nas suas múltiplas disciplinas e pela alegria com que partilhava e problematizava o mundo em devir, Eduardo Prado Coelho foi um caso raro no meio intelectual português, colocando à disposição de muitos o que era conhecido por poucos, utilizando a imprensa.
A intervenção pública de Eduardo Prado Coelho representou uma deliberada afirmação política, em que o caminho era claramente apontado, ou seja, a palavra de Eduardo Prado Coelho, fruto do exercício de um poder de cidadania, analisava e transformava o seu próprio texto, amplificando-o, dirigindo-o ao seu público leitor.
Este colóquio pretende ser um momento de encontro e reflexão sobre os temas que Eduardo Prado Coelho problematizou, reflectidos em cada um dos painéis, que tomam de empréstimo o título de algumas das suas crónicas: a crítica e a sua possibilidade, a contaminação do real pela filosofia, as artes e a contemporaneidade.
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