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O modelo metodológico do OBIPNOVA foi planeado para um período de observação de 10 anos e organiza os diplomados em três grupos de análise (licenciados, mestres e doutores). Serão aplicados anualmente questionários para avaliar a situação profissional dos indivíduos que se diplomaram no ano anterior ao da inquirição. Quinquenalmente, aplicar-se-á um questionário mais extenso para reconstituir todo o trajecto profissional dos diplomados cinco anos antes, desde a obtenção do grau até ao momento da inquirição.
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Para um “nível de confiança” de 95%, as amostras referentes à coorte de diplomados de 2008/09 são representativas com uma “margem de erro” de 1,8% do universo de licenciados, de 1,5% do total de mestres e de 7,5% da população global de doutores. As taxas de resposta alcançadas foram respetivamente de 67,3%, 74% e 50,9%. Para igual “nível de confiança”, as amostras respeitantes às coortes de 2009/10 são representativas do universo de licenciados com uma margem de erro de 1,8%. Esse erro atinge 1,9% na população de mestres e ascende a 6,1% no universo dos doutores. As taxas de resposta assumiram, neste caso, os seguintes valores: 69,3%, 69,7% e 59,5%.
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Na UNL, o agravamento do desemprego da coorte de 2009 para a de 2010 foi menor do que o que o esperado, aguardando-se os dados referentes à coorte de 2011.
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O grau de (des)adequação entre formação académica e atividade profissional, avaliada através de indicadores internacionais de ajustamento entre formação e emprego, assume valores positivos, não se tendo verificado qualquer deterioração entre as coortes. Registou-se, porém, uma redução dos rendimentos do trabalho que será divulgada num relatório a publicitar em breve.